...a outra metade é verdade, e o que vale a pena ouvir é a metade verdadeira.
Olhá-la nos olhos e, se boa, má, ou assim-assim é com essa verdade que tenho que viver. É a essa verdade do que sou, que me entrego, que me dou.
A mentira que mostro, por falta de coragem, por medo ou por vergonha, é algo que inventei, é falso.
Quem me ama, se cruza e se embaraça comigo, conhece a verdade e conhece-me de verdade, por isso só vê esta metade.
Quem marcha lado a lado comigo e vê a mentira inventada e a acha mais bonita, não me ama; Julga-me como a uma montra.
Não conta.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Bom Dia Surpresa!
Que bom encontar-te! Não te esperava assimpelo meio do dia. Quase não te reconheci, mas o momento da tua chegada foi mágico e único; absolutamente belo e inesquecivel.
Ainda que um dia eu não possa controlar o comando do esquecimento, tu, surpresa que vieste naquele dia de Verão antecipado, numa Primavera dourada de sol e luz, irás permanecer no mais profundo escaninho da minha alma e o sussurrar leve do barulho da saudade que terei, será a lembrança de um dia perfeito.
Ainda que um dia eu não possa controlar o comando do esquecimento, tu, surpresa que vieste naquele dia de Verão antecipado, numa Primavera dourada de sol e luz, irás permanecer no mais profundo escaninho da minha alma e o sussurrar leve do barulho da saudade que terei, será a lembrança de um dia perfeito.
Chegada
Frescura doce que acompanha o peixe frito acabado de pescar pelo pai no rio da aldeia. O pão que se desfaz na boca amolece no contacto com a doçura da bebida fresca.
Levemente mentolado, o alcool necessário para revigorar da emoção do encontro. A luz que entra pela janela semi-aberta, reforça a vontade de te abraçar.
Chegas mais cedo e a espera termina. O copo da bebida fresca na minha mão voa e de encontro ao teu corpo eu tropeço na lenha do forno que coze o pão. Os meus braços rodeiam o teu pescoço e as lágrimas que correm sabem ao agre e doce do alcool mentolado que bebi. É surpreendentemente agradável e tem graça. Parecemos os palhaços desengonçados do circo que fazem rir as crianças.
Levemente mentolado, o alcool necessário para revigorar da emoção do encontro. A luz que entra pela janela semi-aberta, reforça a vontade de te abraçar.
Chegas mais cedo e a espera termina. O copo da bebida fresca na minha mão voa e de encontro ao teu corpo eu tropeço na lenha do forno que coze o pão. Os meus braços rodeiam o teu pescoço e as lágrimas que correm sabem ao agre e doce do alcool mentolado que bebi. É surpreendentemente agradável e tem graça. Parecemos os palhaços desengonçados do circo que fazem rir as crianças.
Intuição
Concerteza que aqueles olhos azuis, vivos e meigos da Rosalinda, fizeram a delícia dos pais, o terror dos irmãos e a sensatez dos amigos.
Na altura das trapalhices ainda não tinha os cabelos brancos da idade, que lhe confirmam agora o ar calmo, metódico e sabedor com que atravessou a vida.
Que sorte terão tido os trauseuntes que se cruzaram com ela!
Rosalinda é o seu nome, não me surpreendeu ouvi-lo. O seu rosto traduz a Rosa Linda da sua alma.
Na altura das trapalhices ainda não tinha os cabelos brancos da idade, que lhe confirmam agora o ar calmo, metódico e sabedor com que atravessou a vida.
Que sorte terão tido os trauseuntes que se cruzaram com ela!
Rosalinda é o seu nome, não me surpreendeu ouvi-lo. O seu rosto traduz a Rosa Linda da sua alma.
Mecanismos da história - A Máquina do Tempo!
Razão de viver no tempo actual da "dita" sociedade moderna...e antiga.
Nascer, crescer, aprender, correr, funcionar, obedecer, sobreviver...talvez amar!
A máquina da vida, do tempo. O tempo que desafia o tempo, desata os nós. O tempo que refaz o que o tempo desfez, um dia talvez, quando não vivermos apenas...estaremos atentos à vida. A vida inteira pode ser qualquer momento. Vamos pensar e fazer.
Destino! Invenção abençoada. Sorte que se impõe e predestina, lava a alma que te enfada, na força, no fado, no conjunto que no seu poder se anima.
Sofrer a tortura do sonho, imacular o Deus que te domina.
Perdoar a saudade do desejo, a necessidade do consolo. Pedir o sol e a tempestade, o pai, a mãe, o conforto!
Vida...fácil de enfrentar!?
Viver ou morrer...que importa?...é o de menos!
Ser feliz ou não, questão de talento.
Nascer, crescer, aprender, correr, funcionar, obedecer, sobreviver...talvez amar!
A máquina da vida, do tempo. O tempo que desafia o tempo, desata os nós. O tempo que refaz o que o tempo desfez, um dia talvez, quando não vivermos apenas...estaremos atentos à vida. A vida inteira pode ser qualquer momento. Vamos pensar e fazer.
Destino! Invenção abençoada. Sorte que se impõe e predestina, lava a alma que te enfada, na força, no fado, no conjunto que no seu poder se anima.
Sofrer a tortura do sonho, imacular o Deus que te domina.
Perdoar a saudade do desejo, a necessidade do consolo. Pedir o sol e a tempestade, o pai, a mãe, o conforto!
Vida...fácil de enfrentar!?
Viver ou morrer...que importa?...é o de menos!
Ser feliz ou não, questão de talento.
Razão/Corpo - Preconceito/Diferença - Conhecimento/Sabedoria
Mente sã, corpo são! Deixar a razão seguir as suas verdadeiras intenções; as suas verdadeiras razões; a verdadeira razão da sua existência.
Olhar no céu a beleza da lua,
como sentir a noite sem as estrelas do céu?
Olhar no espelho a vida criada num corpo amado por si próprio. Ao olhar o céu as estrelas brilham e cintilam mais fortes!
Imagem inventada pelo homem que pode, a figura que desafia a força da natureza, do fogo, do vento e do sol, o verdadeiro poder.
A emoção e o sentimento perdido no olhar que não existe.
Chora e verás a lágrima que cai no papel que manchas com a tinta da caneta que vai durar e ficar, a razão que se impõe...a mente que permanece.
O que parece fazer de cada um o melhor porque é diferente, serão as qualidades reveladas no coração e na razão. O corpo é igual. Expressa no corpo o sentimento do olhar e olha para o que se apresenta na frente sem ver a cor dos olhos, mas o seu brilho.
O velho, sábio por natureza, pode ajudar. Conhece a montanha porque a subiu, conhece o verde do mato porque é velho, tão velho como ele mesmo.
Saber, não é só conhecer, como correr não é chegar.
Olhar no céu a beleza da lua,
como sentir a noite sem as estrelas do céu?
Olhar no espelho a vida criada num corpo amado por si próprio. Ao olhar o céu as estrelas brilham e cintilam mais fortes!
Imagem inventada pelo homem que pode, a figura que desafia a força da natureza, do fogo, do vento e do sol, o verdadeiro poder.
A emoção e o sentimento perdido no olhar que não existe.
Chora e verás a lágrima que cai no papel que manchas com a tinta da caneta que vai durar e ficar, a razão que se impõe...a mente que permanece.
O que parece fazer de cada um o melhor porque é diferente, serão as qualidades reveladas no coração e na razão. O corpo é igual. Expressa no corpo o sentimento do olhar e olha para o que se apresenta na frente sem ver a cor dos olhos, mas o seu brilho.
O velho, sábio por natureza, pode ajudar. Conhece a montanha porque a subiu, conhece o verde do mato porque é velho, tão velho como ele mesmo.
Saber, não é só conhecer, como correr não é chegar.
O Corpo e a Loucura
Alegria, pureza, felicidade
simples forma de amar e viver.
Poder, domínio do mal e do bem!
Tortura, castigo, punição...
Alimenta a alma e confunde a razão.
Só assim o tempo corre, passa.
Olha-se o céu, limpam-se as lágrimas e agardece-se na má-sorte, na doença, a bondade do ser
que nos destina.
simples forma de amar e viver.
Poder, domínio do mal e do bem!
Tortura, castigo, punição...
Alimenta a alma e confunde a razão.
Só assim o tempo corre, passa.
Olha-se o céu, limpam-se as lágrimas e agardece-se na má-sorte, na doença, a bondade do ser
que nos destina.
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