Concerteza que aqueles olhos azuis, vivos e meigos da Rosalinda, fizeram a delícia dos pais, o terror dos irmãos e a sensatez dos amigos.
Na altura das trapalhices ainda não tinha os cabelos brancos da idade, que lhe confirmam agora o ar calmo, metódico e sabedor com que atravessou a vida.
Que sorte terão tido os trauseuntes que se cruzaram com ela!
Rosalinda é o seu nome, não me surpreendeu ouvi-lo. O seu rosto traduz a Rosa Linda da sua alma.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
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